Quando D. Fernando morre, sua filha, D. Beatriz, estava casada com o rei de Castela. O acordo de casamento (acordo de Salvaterra), para garantir a independência de Portugal, previa que, até o filho de D. Beatriz ter catorze anos, seria regente D. Leonor Teles.
D. Leonor manda aclamar D. Beatriz como rainha e tem como conselheiro um fidalgo galego: o Conde Andeiro.
Esta situação, aliada às dificuldades económicas, vai dividir a sociedade portuguesa: de um lado, a maioria da nobreza e do clero aceitam D. Beatriz como herdeira legítima; do outro, o povo e, sobretudo, a burguesia, não a aceitam e revoltam-se, receando a perda da independência do reino.
D. Leonor manda aclamar D. Beatriz como rainha e tem como conselheiro um fidalgo galego: o Conde Andeiro.
Esta situação, aliada às dificuldades económicas, vai dividir a sociedade portuguesa: de um lado, a maioria da nobreza e do clero aceitam D. Beatriz como herdeira legítima; do outro, o povo e, sobretudo, a burguesia, não a aceitam e revoltam-se, receando a perda da independência do reino.
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